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Tirar uma foto ao lado do troféu da Copa dos Campeões da Europa, assistir a um documentário sobre a história desta competição em um cinema 180°, conferir o uniforme de grandes jogadores do futebol mundial e ver de perto ídolos brasileiros como Bebeto e Mauro Silva: não tem preço. E não tem mesmo. Estas e outras atrações gratuitas ficaram à disposição do público, entre sexta-feira (22/02) e domingo (24/02), no Jóquei Clube, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro.
Milhares de amantes do futebol conferiram, na Cidade Maravilhosa, o Uefa Champions League Trophy Tour, turnê do troféu da Copa dos Campeões da Uefa, campeonato interclubes mais importante do Velho Continente. Logo na entrada do complexo montado para receber os visitantes, foram expostos, em cúpulas de vidro, objetos originais ligados à história do torneio. Cada detalhe fez parte de uma imersão no ambiente boleiro. Havia uma flâmula trocada pelos capitães das equipes, na partida entre Olympique de Marseille, da França, e Liverpool, da Inglaterra. Também puderam ser vistos os uniformes completos de Javier Zanetti, argentino do Internazionale de Milão, Giovani dos Santos, mexicano do Barcelona, e do árbitro italiano Pierluigi Colina.
A organização deu atenção especial aos atletas conterrâneos para agradar ao público. Uma vidraça maior foi dedicada a dois uniformes de brasileiros. À esquerda, estava o de Kaká, utilizado na final de 2007, quando o Milan faturou o título com vitória por 2 a 1 sobre o Liverpool. Ao lado, os equipamentos usados por Ronaldinho Gaúcho, em 2006, no triunfo de 2 a 1 do Barcelona contra o Arsenal. Estava disponível ainda um bar temático da Cervejaria Heineken, umas das patrocinadoras da Copa dos Campeões da Europa.
Durante o evento, das 12 às 18 horas nos três dias, ocorreram sessões de autógrafos com os ex-jogadores Élber, Bebeto, Mauro Silva e Paulo Sérgio. Os três últimos foram campeões da Copa do Mundo, em 1994, nos Estados Unidos. Porém, a grande estrela era o troféu da Copa dos Campeões. Cercado por seguranças e sensores a laser, ele brilhou como uma jóia devido a uma iluminação especial na cor azul. O fã pode optar por fazer fotos com a própria câmera ou ficar cerca de duas horas na fila para ser clicado pelos fotógrafos oficiais.
No segundo estágio da arena, mais diversão. Crianças, jovens e adultos participaram de uma gincana cultural, no computador, respondendo a perguntas ligadas ao campeonato, jogaram videogame, entraram no totó humano e assistiram aos Street Soccers, grupo de malabaristas da bola. Na terceira parte, mesas estilizadas dividiram espaço com um bolão especial da final de 2007, realizada em Atenas, na Grécia. Para entrar na sala de cinema 180° era preciso reservar um lugar com quase três horas de antecedências, mas valia a pena. Tão imperdível quanto admirar o troféu foi assistir ao documentário com 50 minutos e ser dominado pelos sentimentos de vitória, derrota, superação e glória através de um ritmo alucinante. Os clubes brasileiros não podem ganhar a Copa dos Campeões da Europa, mas seus torcedores imaginaram como seria bom conquistá-la.
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