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Indisciplina fiscal e o descontrole das contas públicas em países da zona do euro, em particular na Grécia, arrastaram a economia do continente para uma crise sem precedentes. Após a crise grega, na qual se especula que os gregos maquiavam seu nível de endividamento, os títulos soberanos de alguns países da zona do euro foram rebaixados pelas agências de risco, e a moeda comum caiu ao nível mais baixo em quatro anos.
O FMI destacou que os fracos sistemas financeiros continuam sendo uma ameaça à saúde financeira dos governos da zona do euro. Os laços negativos entre as preocupações com a estabilidade dos governos e os balanços financeiros dos bancos estão provando ser difíceis de romper, comentou o fundo.
O FMI, disse também, que a zona do euro não deve voltar atrás na integração financeira, mas, em vez disso, deve torná-la mais completa - robusta - principalmente, unida - isso poderá ajudar a evitar futuras crises financeiras.
A redução no número de bancos da zona do euro é de extrema importância para acelerar o processo de integração.
Ainda estamos no olho do furacão, disse o estrategista da Standard Life Investments, Richard Batty. Os investidores estão preocupados com economias como a da Itália e com sua capacidade de ter o orçamento aprovado e de apresentar um plano de consolidação fiscal para tornar a dívida sustentável.
A Europa vive uma semana decisiva, mas o capitalismo que surgirá após a crise pode representar novos paradigmas para o sistema financeiro mundial.
PLANTÃO
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