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A reprovação nos exames psicológicos em concursos para a administração pública estadual terá que ser justificada. A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou, em segunda discussão, nesta quarta-feira (11/08), o projeto de lei 2.727/09, que diz que a reprovação deverá ser fundamentada por escrito, comprovando a incompatibilidade do perfil do candidato com a função pública em análise, sob pena de nulidade do ato. O projeto é assinado pelo deputado Flávio Bolsonaro (PP), que quer dar ao candidato rejeitado o acesso ao conteúdo desta fundamentação, além da possibilidade de requerer novo teste.
Sempre me questionei se era justo este critério. A pessoa se dedica à prova, passa na de conhecimento, que é a mais difícil, e é reprovada na etapa seguinte, que é o exame psicológico, criticou o parlamentar.
Bolsonaro alega que a falta de transparência no processo gera injustiça para os dois lados. Há injustiça e falhas na avaliação daqueles que teriam condições psicológicas de exercerem a função e são impedidos, e na aprovação de pessoas que não têm a menor capacidade psicológica de ingressar no serviço público e mesmo assim este exame não os identifica, acredita. O texto será enviado ao governador Sérgio Cabral, que terá 15 dias úteis para sancionar ou vetar a proposta.
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