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O esporte olímpico Badminton vem crescendo e ganhando cada vez mais notoriedade entre os jovens no Estado do Rio de Janeiro. Victor de Carvalho, 18 anos, morador de Campo Grande, atualmente, é o primeiro colocado no ranking de 2008 da categoria A da Federação de Badminton do Estado do Rio de Janeiro - Febarj. Atleta do Centro Esportivo Miécimo da Silva - CEMS, localizado na zona oeste do Rio, Victor pratica esportes desde a infância, mas confessou que não levava muito jeito para alguns deles, principalmente o nosso tão querido e idolatrado futebol.
O interesse pelo Badminton começou no ano de 2003, quando participou de uma colônia de férias promovido pelo CEMS e conheceu o jogo, que até o momento, era desconhecido e iniciava na grade de aulas do Centro Esportivo. Desde então, Victor treina duas vezes por semana, as terças e quintas, sempre no período da tarde por causa das aulas do pré-vestibular. O esporte, inclusive, já cativou toda a família. Maíra Carvalho, 17 anos, irmã de Victor, começou fazendo Judô no CEMS e acabou por se envolver com o Badminton. Embora, não levasse o esporte a sério no início, aos poucos foi tomando gosto pelo jogo e atualmente treina junto com o irmão e já disputa campeonatos Estaduais pela Febarj.
Pode-se afirmar que o Badminton é um esporte elitizado. O custo do equipamento usado pelos atletas é alto. A peteca é um produto de característica frágil e possui pouca durabilidade, o que causa sempre a compra rotineira da mesma. A raquete usada por Victor em seus treinos, foi confeccionada em alumínio, seu preço varia entre cento e cinqüenta a trezentos reais e só é encontrada nas principais lojas de produtos esportivos da zona sul ou pela internet.
Para o professor de educação física e também professor de Victor, Leandro Carvalho, o Badminton é um esporte cativante que trabalha a agilidade, velocidade, reflexo e condicionamento físico do praticante, mas necessita urgentemente de apoio, divulgação e investimento. O Badminton teve mais divulgação, embora ainda deficiente, com acontecimento dos jogos Pan Americanos Rio 2007, mas ainda precisa de muito patrocínio e apoio. Às vezes as pessoas se referem ao esporte como o jogo de peteca, desabafa. Questionado sobre os seus planos futuros, em relação ao esporte, Vitor afirma que apesar do badminton ser o seu esporte do coração, não sonha em se tornar um profissional, viver do esporte ou disputar uma olimpíada.
PLANTÃO
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